
O leão (tórax), simboliza o sentimento do amor.
O boi (estômago), simboliza o sentimento de desejo sexual.

Postei algumas fotos ilustrando algumas das cenas apresentadas no trabalho de hoje, para que possa ter uma idéia do que estamos falando.
O capítulo 6 fala sobre o comportamento interpessoal. Vimos a relação de comunição coporal entre as pessoas. Vimos também a harmonia e a desarmonia. Harmonia: é disposição bem ordenada entre as partes de um todo; concordância. Desarmonia: é má disposição das partes de um todo; discordância.
O capítulo 7 (que foi o que eu apresentei), fala sobre os modos antigos. Como por exemplo: quando era pra conquistar uma mulher (como ilustra a foto acima), o rapaz dava flores, ajoelhava. Também mostra como havia brigas por causa de uma mulher, e mesmo assim o rapaz continuava insistindo na mulher que o outro estava de olho. Muito interessante!!!
O capítulo 8 fala sobre Intermezzo I. O homem vestido de mulher e vice-versa. MÍMICO. Houve até uma simulação de uma sala de aula, com dois alunos. Um fantasiado de "NERD" (levando maça pro professor, bermuda cós alto com blusa pra dentro, meia alta e cabelo partido do lado com gel, e é claro, o óculos), e o outro fantasiado de "mala", mas ao contrário do que diria os "bons modos", o "NERD" era o bagunceiro da sala, enquando o "mala" era atencioso. E o professor descontava tudo no "mala". As aparências enganam.
Uma das mais significativas batalhas para determinar as futuras relações entre os Estados Unidos e a América Latina está sendo travada neste momento mesmo, sob uma núvem de velhos antagonismos e crateras à espreita a cada volta do caminho. O giro latino-americano do presidente Bush é um contra-ataque diplomático, visando claramente a crescente influência do presidente da Venezuela, Hugo Chávez. O objetivo último do tour é criar uma aliança que daria ao Brasil, a décima economia mundial, um papel-chave, ainda que restrito, na esfera regional e global. Com o apoio das quatro outras nações visitadas por Bush [Uruguai, Colômbia, Guatemala e México], o Brasil equilibraria a influência radical de Chávez. Aqui em Caracas, o debate é intenso e infindável quando se trata desse combate peculiar pelo controle das economias e fontes de energia do hemisfério. Devo confessar que compartilho do ceticismo de muitos venezuelanos que não acreditam que quaisquer mudanças reais ou milagres diplomáticos terão lugar na região. Nas ruas e nos cafés, os defensores de Chávez invocam repetidamente o que Simón Bolívar dizia do imperialismo. Mas essa não é retórica defensiva e intimidada dos dias quando os Estados Unidos eram vistos como uma força indomável. Antes, o tom é geralmente de exasperação. Infelizmente, penso que os esforços de Bush para reverter essa onda chegaram tarde demais. Todos os gestos de boa vontade, de última hora - como a promessa da semana passada de gastar US$ 385 milhões para ajudar a bancar hipotecas para famílias de trabalhadores na região, e de mandar um navio-hospital, o Comfort, num cruzeiro por 12 portos - são simplesmente insuficientes para devolver os anos sem rumo perdidos pelos quais passamos.O sentimento anti-amerciano sempre foi forte na America Latina, ficou mais agudo nos ultimos tempos, desde o atentando de 11 de setembro. A obsessão americana com o Oriente Médio puxou o tapete de qualquer fundamento que houvesse para uma integração continental duradoura. Dinheiro outrora gasto com programas de ajuda externa que não apenas combatiam o tráfico de drogas, mas também apoiavam a educação e a justiça social, foi desviado para a guerra ao terrorismo. O presidente Bush foi a uma região com cerca de 570 milhões de habitantes, dos quais pelo menos 40% vivem na pobreza e 50 milhões subsistem com menos de um dólar por dia. Há mais de 30 milhões de indígenas, uma população esquecida que representa talvez 80% dos mais desesperadoramente empobrecidos, embora muitos deles sejam membros de tribos e vivem em aldeias que compartilham as suas terras com companhias mineradoras e petrolíferas. Será que Bush ajudará a mudar isso? Os pobres acham que alguém que constrói uma muralha ao longo da fronteira com o México não é bem a pessoa que acredite nos benefícios dos acordos de livre-comércio.